Importante desta nova legislação é a possibilidade de ações extrajudiciais sem necessidade de advogado, basta apenas seguir os trâmites de cada procedimento específico e de preferência utilizar de sites que já proporcionam agilidade nos temas da lei em um ambiente totalmente on-line!
segunda-feira, 6 de novembro de 2023
sexta-feira, 6 de abril de 2012
As Empresas e o Leão
Bom pessoal, deixo esta mensagem já repassada em várias situações que devemos nos perguntar como está nosso concorrente, é que nem aquela história daqueles dois amigos que estavam fugindo de um leão e um deles parou para calçar o tênis. O outro espantado perguntou: - Você acha mesmo que vai correr mais rápido do que o leão por causa do tênis? Ao que o colega logo respondeu: - Mais rápido que o leão não, mas mais rápido que você sem dúvida nenhuma.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Qualidade como Diferencial
Para quem entende que a qualidade passou de um diferencial para algo fundamental ainda deve aguardar mais um pouco para amadurecer definitivamente esta idéia. Existem hoje padrões de qualidade tanto em produtos como em serviços. Atualmente, os produtos estão sendo os alvos no processo de industrialização, mas nem sempre seguir alguns padrões realmente definem "qualidade". A percepção do cliente é a chave do sucesso de uma empresa, principalmente quando a qualidade percebidade é devido ao diferencial oferecido. "Se a qualidade não é mais um diferencial, o que seriam das "marcas" nos dias atuais, já que os produtos possuem um modelo padrão de qualidade?"
domingo, 24 de abril de 2011
Prazo de Recebimento II
A empresa deve ficar atenta em relação ao prazo que o vendedor está utilizando. Dependendo do ramo de atividade do negócio o bom é sempre solicitar ao cliente uma entrada, e de preferência, que esta entrada seja o valor para pagamento da matéria prima ou do seu custo, descontado o serviço.
Lembre-se apenas que em uma atividade que possua a venda aliada ao serviço de instalação é bom solicitar como entrada apenas o valor do produto e a partir deste cálculo parcelar o serviço, pois o mesmo não afetará demasiadamente seu capital de giro.
Lembre-se apenas que em uma atividade que possua a venda aliada ao serviço de instalação é bom solicitar como entrada apenas o valor do produto e a partir deste cálculo parcelar o serviço, pois o mesmo não afetará demasiadamente seu capital de giro.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Prazo de Recebimento I
Toda a empresa possui uma política de vendas, ou então, uma certa harmonia em relação ao prazo fornecido para pagamento aos clientes. No entanto, o que se vê é que algumas empresas não estabelecem um parâmetro para este prazo de vendas.
Quando uma empresa necessitar estender este prazo de recebimento, necessitará das seguintes informações numa projeção fictícia de que os pagamentos com fornecedores são à vista e faturamento mensal é sempre o mesmo:
obs: a empresa fatura 20% à vista e 80% à prazo
30 dias = 1
30/60 dias = 1,5
30/60/90 dias = 2
30/60/90/120 = 2,5
30/60/90/120/160 = 3
A simulação acima significa que para a sua empresa dar um prazo de 30 dias ao cliente precisa ter em caixa o valor referente a 1 faturamento à prazo. Caso necessite estender o prazo para 30/60 dias, necessitará de 1,5 faturamento à prazo, e assim por diante...
A maioria das empresas não possui o dinheiro em caixa para conceder este prazo, necessitando assim utilizar fontes de recursos em bancos e instituições financeiras e pagando altos juros, sendo que muitas vezes, quando o banco cortar o limite concedido para capital de giro, vai necessitar parcelar este valor e refazer o fluxo de caixa da empresa, inserindo a parcela do empréstimo.
Quando uma empresa necessitar estender este prazo de recebimento, necessitará das seguintes informações numa projeção fictícia de que os pagamentos com fornecedores são à vista e faturamento mensal é sempre o mesmo:
obs: a empresa fatura 20% à vista e 80% à prazo
30 dias = 1
30/60 dias = 1,5
30/60/90 dias = 2
30/60/90/120 = 2,5
30/60/90/120/160 = 3
A simulação acima significa que para a sua empresa dar um prazo de 30 dias ao cliente precisa ter em caixa o valor referente a 1 faturamento à prazo. Caso necessite estender o prazo para 30/60 dias, necessitará de 1,5 faturamento à prazo, e assim por diante...
A maioria das empresas não possui o dinheiro em caixa para conceder este prazo, necessitando assim utilizar fontes de recursos em bancos e instituições financeiras e pagando altos juros, sendo que muitas vezes, quando o banco cortar o limite concedido para capital de giro, vai necessitar parcelar este valor e refazer o fluxo de caixa da empresa, inserindo a parcela do empréstimo.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Investimentos e Empréstimos
Para verificarmos qual a melhor rentabilidade que existe, precisamos ver antes quem é que está lucrando e onde está investindo.
Para as instituições financeiras, o empréstimo se inicia com a sedução do cliente para deixar seu dinheiro rentabilizando a uma taxa de juros de 0,65% ao mês, com garantia que este valor será devolvido na hora que for solicitado. Assim, o investimento do banco começará com a oferta de empréstimos a uma taxa de juros média de 6,00% ao mês aos clientes tomadores.
Para quem ainda não entendeu a grande jogada dos bancos, basta fazer os seguintes cálculos:
6,00% (juros pagos pelos tomadores de empréstimo) - 0,65% (juros pagos pelo banco ao aplicador = 5,35% ao mês de LUCRO para a instituição, isto é, rentabilidade melhor que esta não é fácil de encontrar... se os custos representarem 2%, a rentabilidade ficará em torno de 3,35% ao mês.
Lembre-se sempre de que ao aplicar algum valor, veja qual será sua rentabilidade mensal.
http://www.unibanco.com.br/vste/_exc/fal/pfe/eei/index.asp
Para as instituições financeiras, o empréstimo se inicia com a sedução do cliente para deixar seu dinheiro rentabilizando a uma taxa de juros de 0,65% ao mês, com garantia que este valor será devolvido na hora que for solicitado. Assim, o investimento do banco começará com a oferta de empréstimos a uma taxa de juros média de 6,00% ao mês aos clientes tomadores.
Para quem ainda não entendeu a grande jogada dos bancos, basta fazer os seguintes cálculos:
6,00% (juros pagos pelos tomadores de empréstimo) - 0,65% (juros pagos pelo banco ao aplicador = 5,35% ao mês de LUCRO para a instituição, isto é, rentabilidade melhor que esta não é fácil de encontrar... se os custos representarem 2%, a rentabilidade ficará em torno de 3,35% ao mês.
Lembre-se sempre de que ao aplicar algum valor, veja qual será sua rentabilidade mensal.
http://www.unibanco.com.br/vste/_exc/fal/pfe/eei/index.asp
quarta-feira, 30 de março de 2011
Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR - 3ª parte
Para encerramento sobre o assunto, passarei mais uma informação importante sobre o sistema SCR do Banco Central. A grande dúvida encontrada nos números demonstrados das empresas ou pessoas físicas por este sistema era o motivo de considerar ou não as informações de COOBRIGAÇÕES como endividamento financeiro. Infelizmente, algumas instituições contemplam as coobrigações como dívida, no entanto, esta informação não é verídica.
Existem certos tipos de empréstimos ofertados por instituições financeiras que originalmente são recursos advindos do BNDES ou BRDE. Como a instituição ao liberar o valor solicitado deve registrar a informação para o Banco Central, o BRDE ou BNDES também necessita informar este recurso, isto é, a mesma informação ficará em duplicidade ao analisar os valores envolvidos no SCR. Este exemplo corriqueiro frequentemente é decifrado como outro endividamento.
http://www.bcb.gov.br/?SCR
Existem certos tipos de empréstimos ofertados por instituições financeiras que originalmente são recursos advindos do BNDES ou BRDE. Como a instituição ao liberar o valor solicitado deve registrar a informação para o Banco Central, o BRDE ou BNDES também necessita informar este recurso, isto é, a mesma informação ficará em duplicidade ao analisar os valores envolvidos no SCR. Este exemplo corriqueiro frequentemente é decifrado como outro endividamento.
http://www.bcb.gov.br/?SCR
terça-feira, 29 de março de 2011
Ações na Bolsa de Valores
Ação nada mais é que um pequeno pedaço de uma empresa. Esta empresa necessariamente deverá ser uma Sociedade Anônima, e esta sociedade deverá gerar lucro para remunerar este acionista que adquiriu esta ação.
Toda a ação pode ter altas e baixas, isto é, quando a procura é alta pela ação os preços sobem, no entanto, quando existe muita venda destas ações o preço automaticamente cai, é a relação existente entre a oferta e a procura.
Nota-se que a ação pode ser adquirida por qualquer pessoa que não possua capital suficiente para iniciar seu próprio negócio, no entanto, poderá ter parte de grandes empresas no mercado atual, sendo uma boa forma de agregar renda em um mercado com boa rentabilidade, não importando o montante que tenha disponível para investir na bolsa de ações.
http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_(finan%C3%A7as)
Toda a ação pode ter altas e baixas, isto é, quando a procura é alta pela ação os preços sobem, no entanto, quando existe muita venda destas ações o preço automaticamente cai, é a relação existente entre a oferta e a procura.
Nota-se que a ação pode ser adquirida por qualquer pessoa que não possua capital suficiente para iniciar seu próprio negócio, no entanto, poderá ter parte de grandes empresas no mercado atual, sendo uma boa forma de agregar renda em um mercado com boa rentabilidade, não importando o montante que tenha disponível para investir na bolsa de ações.
http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_(finan%C3%A7as)
segunda-feira, 28 de março de 2011
Sub-Prime
O Sub-Prime é uma forma de crédito hipotecário nos Estados Unidos destinado a tomadores de empréstimos que possuem maior risco, isto é, são empréstimos feitos para as classes que não possuem empregos fixos, ficandoem garantia a residência do devedor.
O grande problema que ocorreu nos EUA foi este risco não ter sido calculado corretamente.
Em relação a este tipo de empréstimo, houve no início um aquecimento do mercado imobiliário que acarretou em uma alta nos preços dos imóveis, consecutivamente, com a avaliação superior das residências, era possibilitado aos devedores solicitar créditos referente a diferença de avaliação. No entanto, após haver um período em que a oferta estava maior que a demanda no mercado imobiliário, os preços despencaram, e os valores das dívidas eram maiores que o valor do próprio imóvel.
No Brasil, a má conduta da classificação e risco acarretou no problema ocorrido com o Banco Santos, Panamericana, e outros exemplos que aind ficam na memória de muitos brasileiros.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Subprime
O grande problema que ocorreu nos EUA foi este risco não ter sido calculado corretamente.
Em relação a este tipo de empréstimo, houve no início um aquecimento do mercado imobiliário que acarretou em uma alta nos preços dos imóveis, consecutivamente, com a avaliação superior das residências, era possibilitado aos devedores solicitar créditos referente a diferença de avaliação. No entanto, após haver um período em que a oferta estava maior que a demanda no mercado imobiliário, os preços despencaram, e os valores das dívidas eram maiores que o valor do próprio imóvel.
No Brasil, a má conduta da classificação e risco acarretou no problema ocorrido com o Banco Santos, Panamericana, e outros exemplos que aind ficam na memória de muitos brasileiros.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Subprime
domingo, 27 de março de 2011
Capacidade de Endividamento de uma Empresa
Ao tratarmos sobre capacidade de endividamento de uma empresa, não existem fórmulas para este cálculo. Numa análise superficial, a empresa não possui nada diferente que um assalariado, isto é, possui uma receita, tem suas despesas, utiliza recursos de terceiros caso necessite investir mais do que pode gerar de lucro líquido no final do mês, etc... Assim sendo, tudo que uma empresa necessita investir para oferecer um diferencial e que não seja capaz de pagar com seu lucro líquido em curto prazo necessitará de recursos de terceiros para suprir esta falta, tendo que pagar uma remuneração (juros) a este investidor ou simplesmente credor. A grande questão a ser esclarecida é que conforme o tipo e modalidade de empréstimo a empresa pode não estar altamente endividada, tudo dependerá da boa análise de um profissional que possua conhecimento de mercado financeiro e administração de empresa.
http://www.economiabr.net/dicionario/economes_c.html
http://www.economiabr.net/dicionario/economes_c.html
sábado, 26 de março de 2011
Risco do Capital Próprio
Quando o investidor colocar capital próprio em uma empresa ele deve entender que só receberá o retorno esperado caso a empresa venha a ter resultado. Nem sempre este retorno que o investidor imagina ter é alcançado, no entanto, não há mais como a empresa devolver este dinheiro a não ser que o próprio investidor consiga outra pessoa para comprar sua parte na empresa. É por este motivo que o capital próprio possui alto risco, pois não há como o investidor desistir do seu próprio investimento, a não ser que venda para outra pessoa.
Na bolsa de ações, este papel de encontrar outro investidor é facilitado, podendo o acionista vender a um preço determinado, desde que seja coerente com os valores pagos atualmente pelos outros investidores.
Quando uma empresa é criada, e os investidores assumem o risco do negócio, não há como a empresa ser extinta pela vontade de apenas um dos investidores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo_de_risco
Na bolsa de ações, este papel de encontrar outro investidor é facilitado, podendo o acionista vender a um preço determinado, desde que seja coerente com os valores pagos atualmente pelos outros investidores.
Quando uma empresa é criada, e os investidores assumem o risco do negócio, não há como a empresa ser extinta pela vontade de apenas um dos investidores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo_de_risco
sexta-feira, 25 de março de 2011
Necessidade de Capital de Giro
Toda a empresa que inicia suas atividades com um bom capital inicial para adquirir os estoques necessários para sustentar as vendas no primeiro mês, pagar os salários e despesas geradas, além de impostos e outros custos, se deparam no final do mês com um problema existente na falta de administração do caixa, o prazo de recebimento. Infelizmente, quando a empresa não possui uma política de recebimento e não tem prazo com o fornecedor, acaba originando a falta de capital de giro, pois ao precisar recolocar seus produtos no balcão, não há caixa suficiente para sustentar as vendas do próprio mês. É necessário então verificar como e onde conseguirá levantar o montante para equilibrar os estoques. Neste caso, existe várias possibilidades. Uma delas é descontando o título recebido com promessa de pagamento futuro, e a segunda é solicitando um capital de giro. Nota-se que a primeira opção possui prazo determinado, e a segunda opção não possui prazo definido, ficando a cargo do administrador em fazer o controle das amortizações.
Cabe ressaltar que caso a empresa possua um fluxo de caixa controlado e bem administrado pode solicitar a segunda opção como solução, desde que a taxa de juros seja menor que a primeira opção, caso contrário, o desconto do título com prazo definido é de fácil controle, com cobrança de juros por títulos individuais, não acarretando cobranças sobre o saldo devedor total, ao qual deve ser repassado estes juros ao cliente.
http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/necessidadecapitalgiro.htm
Cabe ressaltar que caso a empresa possua um fluxo de caixa controlado e bem administrado pode solicitar a segunda opção como solução, desde que a taxa de juros seja menor que a primeira opção, caso contrário, o desconto do título com prazo definido é de fácil controle, com cobrança de juros por títulos individuais, não acarretando cobranças sobre o saldo devedor total, ao qual deve ser repassado estes juros ao cliente.
http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/necessidadecapitalgiro.htm
quinta-feira, 24 de março de 2011
Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR - 2ª parte
Bom pessoal, novamente vamos falar um pouco mais sobre o SCR do Banco Central do Brasil.
Um dos aspectos que deve ser comentado em relação a esta consulta é que existe uma defasagem em torno de 2 meses quando for consultado a situação da empresa neste sistema de informações, isto é, caso fizermos a consulta de alguma empresa na data de 27/03/2011 (final de mês), estaremos com a posição referente a FEVEREIRO de 2011, no entanto, ao consultar na data do dia 20/04/2011, não teremos a informação fechada de MARÇO. A questão a ser analisada é que até meados do dia 25 de cada mês pode ou não ser encontrada a informação referente ao mês anterior, sendo que tudo vai depender se o % do VALOR esteja superior a 89% para confiar numa exatidão de valores processados. Neste caso, o % de instituições financeiras (IF) não influenciará no resultado da análise.
http://www.bcb.gov.br/?SCR
Um dos aspectos que deve ser comentado em relação a esta consulta é que existe uma defasagem em torno de 2 meses quando for consultado a situação da empresa neste sistema de informações, isto é, caso fizermos a consulta de alguma empresa na data de 27/03/2011 (final de mês), estaremos com a posição referente a FEVEREIRO de 2011, no entanto, ao consultar na data do dia 20/04/2011, não teremos a informação fechada de MARÇO. A questão a ser analisada é que até meados do dia 25 de cada mês pode ou não ser encontrada a informação referente ao mês anterior, sendo que tudo vai depender se o % do VALOR esteja superior a 89% para confiar numa exatidão de valores processados. Neste caso, o % de instituições financeiras (IF) não influenciará no resultado da análise.
http://www.bcb.gov.br/?SCR
quarta-feira, 23 de março de 2011
Valores das Empresas
Neste blog vamos falar um pouco sobre o "valor das empresas". Existem quatro métodos para estipular o valor de uma empresa. São eles:
Valor de Mercado, Valor Operacional, Valor de Liquidação e Valor Contábil. Destes quatro valores, o único que não serve para avaliação é o Valor Contábil, devido a falta de exatidão na depreciação. Mas vamos entender um pouco mais sobre estas formas de avaliação.
O valor de mercado é nada mais que o valor que o mercado está disposto a pagar, é o número de ações x o valor de cada ação. O valor de Liquidação é calculado apartir do fechamento da empresa, vendendo os ativos a preço de mercado. O valor Operacional é calculado pelo valor futuro projetado.
Apesar de existir várias formas de definir o valor de uma empresa, é necessário estipular que este valor seja justo, se caso seja um projeto, e este projeto possua viabilidade econômica, que seja calculado um valor justo, caso seja uma fusão ou aquisição, e que exista viabilidade econômica, que seja calculado com base no valor agregado após a fusão em relação ao valor inicial.
http://www.valordeempresa.com/
Valor de Mercado, Valor Operacional, Valor de Liquidação e Valor Contábil. Destes quatro valores, o único que não serve para avaliação é o Valor Contábil, devido a falta de exatidão na depreciação. Mas vamos entender um pouco mais sobre estas formas de avaliação.
O valor de mercado é nada mais que o valor que o mercado está disposto a pagar, é o número de ações x o valor de cada ação. O valor de Liquidação é calculado apartir do fechamento da empresa, vendendo os ativos a preço de mercado. O valor Operacional é calculado pelo valor futuro projetado.
Apesar de existir várias formas de definir o valor de uma empresa, é necessário estipular que este valor seja justo, se caso seja um projeto, e este projeto possua viabilidade econômica, que seja calculado um valor justo, caso seja uma fusão ou aquisição, e que exista viabilidade econômica, que seja calculado com base no valor agregado após a fusão em relação ao valor inicial.
http://www.valordeempresa.com/
terça-feira, 22 de março de 2011
CDI ou DI
Em relação a investimentos de renda fixa segue algumas informações e comentários importantes referente ao CDI ou DI.
O depósito interbancário é uma taxa utilizada entre os bancos para remunerar o "custo do dinheiro" quando envolver a solicitação de empréstimos entre as instituições financeiras. Esta taxa possui alguma oscilação dependendo das mudanças do mercado financeiro e serve para remunerar as aplicações em renda fixa nesta modalidade de investimento.
Cabe ressaltar que, os bancos que possuem valor sobrando em caixa devido a não possuir tomadores (clientes que utilizam empréstimos) emprestam seus recursos para outro banco numa remuneração atual de 0,85% ao mês. No entanto, quando o cliente depositar seu dinheiro numa aplicação em CDI ou DI, vai receber como remuneração um valor aproximado na faixa de 68% a 110% deste indexador ao mês. Isto é, a instituição financeira pode cobrar uma remuneração em % sobre o valor aplicado como pagar a mais esta remuneração quando necessitar de recursos para emprestar dinheiro aos diversos clientes. Tudo isso irá depender do mercado financeiro e se a população está ou não necessitando de financiamentos, onde o recurso é obtido principalmente em bancos.
http://www.portalbrasil.net/indices_cdi.htm
O depósito interbancário é uma taxa utilizada entre os bancos para remunerar o "custo do dinheiro" quando envolver a solicitação de empréstimos entre as instituições financeiras. Esta taxa possui alguma oscilação dependendo das mudanças do mercado financeiro e serve para remunerar as aplicações em renda fixa nesta modalidade de investimento.
Cabe ressaltar que, os bancos que possuem valor sobrando em caixa devido a não possuir tomadores (clientes que utilizam empréstimos) emprestam seus recursos para outro banco numa remuneração atual de 0,85% ao mês. No entanto, quando o cliente depositar seu dinheiro numa aplicação em CDI ou DI, vai receber como remuneração um valor aproximado na faixa de 68% a 110% deste indexador ao mês. Isto é, a instituição financeira pode cobrar uma remuneração em % sobre o valor aplicado como pagar a mais esta remuneração quando necessitar de recursos para emprestar dinheiro aos diversos clientes. Tudo isso irá depender do mercado financeiro e se a população está ou não necessitando de financiamentos, onde o recurso é obtido principalmente em bancos.
http://www.portalbrasil.net/indices_cdi.htm
segunda-feira, 21 de março de 2011
Risco de Mercado
O risco de um ativo é a variabilidade de seu retorno esperado, isto é, todo o mercado de ações possui um risco, e este risco pode vulnerabilizar um ativo em proporções correspondentes ao setor de atividade ou ao comportamento do mercado em geral.
Para entendermos melhor esta definição, falaremos sobre dois tipos de Risco de Mercado:
Risco Diversificável: O risco diversificado é aquele que pode ser eliminado pela diversificação da carteira, isto é, para montar uma carteira de investimentos na bolsa de ações é necessário mesclar setores, beta, tipos de ativos (conservador, moderado, especial), etc.
Risco Sistemático: É o risco que não pode ser eliminado pela diversificação, isto é, são carteiras de investimentos concentradas em setores idênticos, no entanto, podem ser diminuídas por ramos paralelos de atividades.
Quando é necessário formar uma carteira de investimentos não podemos nos submeter a um único setor ou nicho de mercado, pois neste caso, a concentração pode a um curto espaço de tempo ser mais rentável, no entanto, a curto e médio prazo pode também ser decisivo para uma perda lastimável.
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2051277&path=/suasfinancas/investimentos/planejamento/
Para entendermos melhor esta definição, falaremos sobre dois tipos de Risco de Mercado:
Risco Diversificável: O risco diversificado é aquele que pode ser eliminado pela diversificação da carteira, isto é, para montar uma carteira de investimentos na bolsa de ações é necessário mesclar setores, beta, tipos de ativos (conservador, moderado, especial), etc.
Risco Sistemático: É o risco que não pode ser eliminado pela diversificação, isto é, são carteiras de investimentos concentradas em setores idênticos, no entanto, podem ser diminuídas por ramos paralelos de atividades.
Quando é necessário formar uma carteira de investimentos não podemos nos submeter a um único setor ou nicho de mercado, pois neste caso, a concentração pode a um curto espaço de tempo ser mais rentável, no entanto, a curto e médio prazo pode também ser decisivo para uma perda lastimável.
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2051277&path=/suasfinancas/investimentos/planejamento/
domingo, 20 de março de 2011
Tipos de Alocações de Ativos
Conforme o perfil do investidor, comentado anteriormente, podemos ressaltar aqui quais as ações que podemos investir e o risco que as mesmas possuem.
Atualmente, podemos classificar os ativos financeiros da seguinte forma:
Ativos Especiais: PETR4, VALE5, BBDC4, ITUB4, etc... estes ativos foram eleitos os melhores, ou seja, a variação do BETA é superior a média de mercado e os investimentos são em empresas de alto potencial de estabilidade.
Ativos de Risco Conservador:AMBEV4, BBAS3, CRUZ3, ITSA4, CMIG4, etc... estes ativos possuem seu BETA comparado a média do mercado, ao qual possui um risco baixo.
Ativos de Risco Moderado: BRTP4, CYRE3, TAMM4, CCRO3, LREN3, etc... estes ativos possuem um BETA superior a média de mercado e superior aos ativos especiais, isto é, sua rentabilidade é muito maior que a média de mercado, no entanto, quando está em baixa suas perdas são maiores que os outros ativos.
http://www.clubedevienna.com.br/?option=com_content&view=article&id=696:introducao-a-alocacao-de-ativos&catid=94:frontpage
Atualmente, podemos classificar os ativos financeiros da seguinte forma:
Ativos Especiais: PETR4, VALE5, BBDC4, ITUB4, etc... estes ativos foram eleitos os melhores, ou seja, a variação do BETA é superior a média de mercado e os investimentos são em empresas de alto potencial de estabilidade.
Ativos de Risco Conservador:AMBEV4, BBAS3, CRUZ3, ITSA4, CMIG4, etc... estes ativos possuem seu BETA comparado a média do mercado, ao qual possui um risco baixo.
Ativos de Risco Moderado: BRTP4, CYRE3, TAMM4, CCRO3, LREN3, etc... estes ativos possuem um BETA superior a média de mercado e superior aos ativos especiais, isto é, sua rentabilidade é muito maior que a média de mercado, no entanto, quando está em baixa suas perdas são maiores que os outros ativos.
http://www.clubedevienna.com.br/?option=com_content&view=article&id=696:introducao-a-alocacao-de-ativos&catid=94:frontpage
sábado, 19 de março de 2011
Tipos de Investidores
Em se trantando de ações não podemos esquecer que atráz de um computador, ao qual serve de intermediador entre a grande maioria dos negócios que giram nas bolsas de valores, existe o investidor. Este investidor, que muitas vezes conhece muito ou pouco sobre investimentos em ações, possui um determinado perfil, ao qual pode ser categorizado.
Em se tratando de perfil de Investidores, existem três formas básicas de classificação dos mesmos:
existe o perfil conservador, o moderado e o dinâmico (ou agressivo).
No momento em que o investidor definir o seu perfil, estará também definindo sua estratégia de investimento, que seguirá as mesmas linhas e traços correspondentes.
A dica de hoje é sempre possuir um equilíbrio em investimentos de baixo risco e alto risco, com a intenção de não haver perda total do patrimônio investido.
http://www.bertolo.pro.br/adminfin/html/PERFIL_INVESTIDOR.htm
Em se tratando de perfil de Investidores, existem três formas básicas de classificação dos mesmos:
existe o perfil conservador, o moderado e o dinâmico (ou agressivo).
No momento em que o investidor definir o seu perfil, estará também definindo sua estratégia de investimento, que seguirá as mesmas linhas e traços correspondentes.
A dica de hoje é sempre possuir um equilíbrio em investimentos de baixo risco e alto risco, com a intenção de não haver perda total do patrimônio investido.
http://www.bertolo.pro.br/adminfin/html/PERFIL_INVESTIDOR.htm
sexta-feira, 18 de março de 2011
Rentabilidade da Poupança
Atualmente, os bancos e instituições financeiras oferecem para os correntistas que possuem dinheiro disponível para guardar a um determinado período de tempo o investimento em poupança.
Infelizmente, este investimento não é apropriado e nem chega perto de ser uma oportunidade de "ganhar dinheiro". Atualmente, com a inflação anual no patamar de 5% e a poupança rendendo 6% ao ano + TR, que somando ao índice da poupança chega a 7%, registra um real ganho de 2% ao ano.
Em comparação ao CDI, que trataremos logo mais, está rendendo em torno de 0,85% ao mês, enquanto que a poupança rende em torno de 0,57% ao mês. Isto é, o poupador está perdendo em torno de -0,28% ao mês caso opta-se em investir nesta modalidade.
A poupança nada mais é que ilusão para quem acredita que estará tendo alguma vantagem financeira com este tipo de investimento.
http://www.investidorjovem.com.br/comparando-a-rentabilidade-liquida
Infelizmente, este investimento não é apropriado e nem chega perto de ser uma oportunidade de "ganhar dinheiro". Atualmente, com a inflação anual no patamar de 5% e a poupança rendendo 6% ao ano + TR, que somando ao índice da poupança chega a 7%, registra um real ganho de 2% ao ano.
Em comparação ao CDI, que trataremos logo mais, está rendendo em torno de 0,85% ao mês, enquanto que a poupança rende em torno de 0,57% ao mês. Isto é, o poupador está perdendo em torno de -0,28% ao mês caso opta-se em investir nesta modalidade.
A poupança nada mais é que ilusão para quem acredita que estará tendo alguma vantagem financeira com este tipo de investimento.
http://www.investidorjovem.com.br/comparando-a-rentabilidade-liquida
quinta-feira, 17 de março de 2011
A conta Estoques do Balanço
A conta do ativo referente a estoques pode ser definida como um dos ítens que influenciam fortemente no índice de liquidez corrente. Muitas vezes a conta estoque pode ter seus valores distorcidos ou até contabilizados de forma incorreta, podendo acarretar uma falsa impressão sobre a empresa.
Devido a todos estas probabilidades é necessário solicitar a auditoria externa na empresa para fazer o levantamento do valor real dos estoques. Dentre este levantamento é importantíssimo ressaltar não somente a quantidade, mas também a qualidade, além de outros fatores, dependendo do produto estocado.
O estoque também pode dar uma leitura em relação a produtos que podem estar fora de mercado, deteriorados ou sem valor de mercado.
Para toda a empresa, o controle do estoque é necessário para definir os rumos a serem seguidos tanto na parte financeira como estratégica da empresa.
http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/estoques.htm
Devido a todos estas probabilidades é necessário solicitar a auditoria externa na empresa para fazer o levantamento do valor real dos estoques. Dentre este levantamento é importantíssimo ressaltar não somente a quantidade, mas também a qualidade, além de outros fatores, dependendo do produto estocado.
O estoque também pode dar uma leitura em relação a produtos que podem estar fora de mercado, deteriorados ou sem valor de mercado.
Para toda a empresa, o controle do estoque é necessário para definir os rumos a serem seguidos tanto na parte financeira como estratégica da empresa.
http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/estoques.htm
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