terça-feira, 29 de março de 2011

Ações na Bolsa de Valores

Ação nada mais é que um pequeno pedaço de uma empresa. Esta empresa necessariamente deverá ser uma Sociedade Anônima, e esta sociedade deverá gerar lucro para remunerar este acionista que adquiriu esta ação.
Toda a ação pode ter altas e baixas, isto é, quando a procura é alta pela ação os preços sobem, no entanto, quando existe muita venda destas ações o preço automaticamente cai, é a relação existente entre a oferta e a procura.
Nota-se que a ação pode ser adquirida por qualquer pessoa que não possua capital suficiente para iniciar seu próprio negócio, no entanto, poderá ter parte de grandes empresas no mercado atual, sendo uma boa forma de agregar renda em um mercado com boa rentabilidade, não importando o montante que tenha disponível para investir na bolsa de ações.

http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_(finan%C3%A7as)

segunda-feira, 28 de março de 2011

Sub-Prime

O Sub-Prime é uma forma de crédito hipotecário nos Estados Unidos destinado a tomadores de empréstimos que possuem maior risco, isto é, são empréstimos feitos para as classes que não possuem empregos fixos, ficandoem garantia a residência do devedor.
O grande problema que ocorreu nos EUA foi este risco não ter sido calculado corretamente.
Em relação a este tipo de empréstimo, houve no início um aquecimento do mercado imobiliário que acarretou em uma alta nos preços dos imóveis, consecutivamente, com a avaliação superior das residências, era possibilitado aos devedores solicitar créditos referente a diferença de avaliação. No entanto, após haver um período em que a oferta estava maior que a demanda no mercado imobiliário, os preços despencaram, e os valores das dívidas eram maiores que o valor do próprio imóvel.
No Brasil, a má conduta da classificação e risco acarretou no problema ocorrido com o Banco Santos, Panamericana, e outros exemplos que aind ficam na memória de muitos brasileiros.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Subprime

domingo, 27 de março de 2011

Capacidade de Endividamento de uma Empresa

Ao tratarmos sobre capacidade de endividamento de uma empresa, não existem fórmulas para este cálculo. Numa análise superficial, a empresa não possui nada diferente que um assalariado, isto é, possui uma receita, tem suas despesas, utiliza recursos de terceiros caso necessite investir mais do que pode gerar de lucro líquido no final do mês, etc... Assim sendo, tudo que uma empresa necessita investir para oferecer um diferencial  e que não seja capaz de pagar com seu lucro líquido em curto prazo necessitará de recursos de terceiros para suprir esta falta, tendo que pagar uma remuneração (juros) a este investidor ou simplesmente credor. A grande questão a ser esclarecida é que conforme o tipo e modalidade de empréstimo a empresa pode não estar altamente endividada, tudo dependerá da boa análise de um profissional que possua conhecimento de mercado financeiro e administração de empresa.

http://www.economiabr.net/dicionario/economes_c.html

sábado, 26 de março de 2011

Risco do Capital Próprio

Quando o investidor colocar capital próprio em uma empresa ele deve entender que só receberá o retorno esperado caso a empresa venha a ter resultado. Nem sempre este retorno que o investidor imagina ter é alcançado, no entanto, não há mais como a empresa devolver este dinheiro a não ser que o próprio investidor consiga outra pessoa para comprar sua parte na empresa. É por este motivo que o capital próprio possui alto risco, pois não há como o investidor desistir do seu próprio investimento, a não ser que venda para outra pessoa.
Na bolsa de ações, este papel de encontrar outro investidor é facilitado, podendo o acionista vender a um preço determinado, desde que seja coerente com os valores pagos atualmente pelos outros investidores.
Quando uma empresa é criada, e os investidores assumem o risco do negócio, não há como a empresa ser extinta pela vontade de apenas um dos investidores.

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo_de_risco

sexta-feira, 25 de março de 2011

Necessidade de Capital de Giro

Toda a empresa que inicia suas atividades com um bom capital inicial para adquirir os estoques necessários para sustentar as vendas no primeiro mês, pagar os salários e despesas geradas, além de impostos e outros custos, se deparam no final do mês com um problema existente na falta de administração do caixa, o prazo de recebimento. Infelizmente, quando a empresa não possui uma política de recebimento e não tem prazo com o fornecedor, acaba originando a falta de capital de giro, pois ao precisar recolocar seus produtos no balcão, não há caixa suficiente para sustentar as vendas do próprio mês. É necessário então verificar como e onde conseguirá levantar o montante para equilibrar os estoques. Neste caso, existe várias possibilidades. Uma delas é descontando o título recebido com promessa de pagamento futuro, e a segunda é solicitando um capital de giro. Nota-se que a primeira opção possui prazo determinado, e a segunda opção não possui prazo definido, ficando a cargo do administrador em fazer o controle das amortizações.
Cabe ressaltar que caso a empresa possua um fluxo de caixa controlado e bem administrado pode solicitar a segunda opção como solução, desde que a taxa de juros seja menor que a primeira opção, caso contrário, o desconto do título com prazo definido é de fácil controle, com cobrança de juros por títulos individuais, não acarretando cobranças sobre o saldo devedor total, ao qual deve ser repassado estes juros ao cliente.

http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/necessidadecapitalgiro.htm

quinta-feira, 24 de março de 2011

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR - 2ª parte

Bom pessoal, novamente vamos falar um pouco mais sobre o SCR do Banco Central do Brasil.
Um dos aspectos que deve ser comentado em relação a esta consulta é que existe uma defasagem em torno de 2 meses quando for consultado a situação da empresa neste sistema de informações, isto é, caso fizermos a consulta de alguma empresa na data de 27/03/2011 (final de mês), estaremos com a posição referente a FEVEREIRO de 2011, no entanto, ao consultar na data do dia 20/04/2011, não teremos a informação fechada de MARÇO. A questão a ser analisada é que até meados do dia 25 de cada mês pode ou não ser encontrada a informação referente ao mês anterior, sendo que tudo vai depender se o % do VALOR esteja superior a 89% para confiar numa exatidão de valores processados. Neste caso, o % de instituições financeiras (IF) não influenciará no resultado da análise.

http://www.bcb.gov.br/?SCR

quarta-feira, 23 de março de 2011

Valores das Empresas

Neste blog vamos falar um pouco sobre o "valor das empresas". Existem quatro métodos para estipular o valor de uma empresa. São eles:
Valor de Mercado, Valor Operacional, Valor de Liquidação e Valor Contábil. Destes quatro valores, o único que não serve para avaliação é o Valor Contábil, devido a falta de exatidão na depreciação. Mas vamos entender um pouco mais sobre estas formas de avaliação.
O valor de mercado é nada mais que o valor que o mercado está disposto a pagar, é o número de ações x o valor de cada ação. O valor de Liquidação é calculado apartir do fechamento da empresa, vendendo os ativos a preço de mercado. O valor Operacional é calculado pelo valor futuro projetado.
Apesar de existir várias formas de definir o valor de uma empresa, é necessário estipular que este valor seja justo, se caso seja um projeto, e este projeto possua viabilidade econômica, que seja calculado um valor justo, caso seja uma fusão ou aquisição, e que exista viabilidade econômica, que seja calculado com base no valor agregado após a fusão em relação ao valor inicial.

http://www.valordeempresa.com/