A empresa deve ficar atenta em relação ao prazo que o vendedor está utilizando. Dependendo do ramo de atividade do negócio o bom é sempre solicitar ao cliente uma entrada, e de preferência, que esta entrada seja o valor para pagamento da matéria prima ou do seu custo, descontado o serviço.
Lembre-se apenas que em uma atividade que possua a venda aliada ao serviço de instalação é bom solicitar como entrada apenas o valor do produto e a partir deste cálculo parcelar o serviço, pois o mesmo não afetará demasiadamente seu capital de giro.
domingo, 24 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Prazo de Recebimento I
Toda a empresa possui uma política de vendas, ou então, uma certa harmonia em relação ao prazo fornecido para pagamento aos clientes. No entanto, o que se vê é que algumas empresas não estabelecem um parâmetro para este prazo de vendas.
Quando uma empresa necessitar estender este prazo de recebimento, necessitará das seguintes informações numa projeção fictícia de que os pagamentos com fornecedores são à vista e faturamento mensal é sempre o mesmo:
obs: a empresa fatura 20% à vista e 80% à prazo
30 dias = 1
30/60 dias = 1,5
30/60/90 dias = 2
30/60/90/120 = 2,5
30/60/90/120/160 = 3
A simulação acima significa que para a sua empresa dar um prazo de 30 dias ao cliente precisa ter em caixa o valor referente a 1 faturamento à prazo. Caso necessite estender o prazo para 30/60 dias, necessitará de 1,5 faturamento à prazo, e assim por diante...
A maioria das empresas não possui o dinheiro em caixa para conceder este prazo, necessitando assim utilizar fontes de recursos em bancos e instituições financeiras e pagando altos juros, sendo que muitas vezes, quando o banco cortar o limite concedido para capital de giro, vai necessitar parcelar este valor e refazer o fluxo de caixa da empresa, inserindo a parcela do empréstimo.
Quando uma empresa necessitar estender este prazo de recebimento, necessitará das seguintes informações numa projeção fictícia de que os pagamentos com fornecedores são à vista e faturamento mensal é sempre o mesmo:
obs: a empresa fatura 20% à vista e 80% à prazo
30 dias = 1
30/60 dias = 1,5
30/60/90 dias = 2
30/60/90/120 = 2,5
30/60/90/120/160 = 3
A simulação acima significa que para a sua empresa dar um prazo de 30 dias ao cliente precisa ter em caixa o valor referente a 1 faturamento à prazo. Caso necessite estender o prazo para 30/60 dias, necessitará de 1,5 faturamento à prazo, e assim por diante...
A maioria das empresas não possui o dinheiro em caixa para conceder este prazo, necessitando assim utilizar fontes de recursos em bancos e instituições financeiras e pagando altos juros, sendo que muitas vezes, quando o banco cortar o limite concedido para capital de giro, vai necessitar parcelar este valor e refazer o fluxo de caixa da empresa, inserindo a parcela do empréstimo.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Investimentos e Empréstimos
Para verificarmos qual a melhor rentabilidade que existe, precisamos ver antes quem é que está lucrando e onde está investindo.
Para as instituições financeiras, o empréstimo se inicia com a sedução do cliente para deixar seu dinheiro rentabilizando a uma taxa de juros de 0,65% ao mês, com garantia que este valor será devolvido na hora que for solicitado. Assim, o investimento do banco começará com a oferta de empréstimos a uma taxa de juros média de 6,00% ao mês aos clientes tomadores.
Para quem ainda não entendeu a grande jogada dos bancos, basta fazer os seguintes cálculos:
6,00% (juros pagos pelos tomadores de empréstimo) - 0,65% (juros pagos pelo banco ao aplicador = 5,35% ao mês de LUCRO para a instituição, isto é, rentabilidade melhor que esta não é fácil de encontrar... se os custos representarem 2%, a rentabilidade ficará em torno de 3,35% ao mês.
Lembre-se sempre de que ao aplicar algum valor, veja qual será sua rentabilidade mensal.
http://www.unibanco.com.br/vste/_exc/fal/pfe/eei/index.asp
Para as instituições financeiras, o empréstimo se inicia com a sedução do cliente para deixar seu dinheiro rentabilizando a uma taxa de juros de 0,65% ao mês, com garantia que este valor será devolvido na hora que for solicitado. Assim, o investimento do banco começará com a oferta de empréstimos a uma taxa de juros média de 6,00% ao mês aos clientes tomadores.
Para quem ainda não entendeu a grande jogada dos bancos, basta fazer os seguintes cálculos:
6,00% (juros pagos pelos tomadores de empréstimo) - 0,65% (juros pagos pelo banco ao aplicador = 5,35% ao mês de LUCRO para a instituição, isto é, rentabilidade melhor que esta não é fácil de encontrar... se os custos representarem 2%, a rentabilidade ficará em torno de 3,35% ao mês.
Lembre-se sempre de que ao aplicar algum valor, veja qual será sua rentabilidade mensal.
http://www.unibanco.com.br/vste/_exc/fal/pfe/eei/index.asp
quarta-feira, 30 de março de 2011
Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR - 3ª parte
Para encerramento sobre o assunto, passarei mais uma informação importante sobre o sistema SCR do Banco Central. A grande dúvida encontrada nos números demonstrados das empresas ou pessoas físicas por este sistema era o motivo de considerar ou não as informações de COOBRIGAÇÕES como endividamento financeiro. Infelizmente, algumas instituições contemplam as coobrigações como dívida, no entanto, esta informação não é verídica.
Existem certos tipos de empréstimos ofertados por instituições financeiras que originalmente são recursos advindos do BNDES ou BRDE. Como a instituição ao liberar o valor solicitado deve registrar a informação para o Banco Central, o BRDE ou BNDES também necessita informar este recurso, isto é, a mesma informação ficará em duplicidade ao analisar os valores envolvidos no SCR. Este exemplo corriqueiro frequentemente é decifrado como outro endividamento.
http://www.bcb.gov.br/?SCR
Existem certos tipos de empréstimos ofertados por instituições financeiras que originalmente são recursos advindos do BNDES ou BRDE. Como a instituição ao liberar o valor solicitado deve registrar a informação para o Banco Central, o BRDE ou BNDES também necessita informar este recurso, isto é, a mesma informação ficará em duplicidade ao analisar os valores envolvidos no SCR. Este exemplo corriqueiro frequentemente é decifrado como outro endividamento.
http://www.bcb.gov.br/?SCR
terça-feira, 29 de março de 2011
Ações na Bolsa de Valores
Ação nada mais é que um pequeno pedaço de uma empresa. Esta empresa necessariamente deverá ser uma Sociedade Anônima, e esta sociedade deverá gerar lucro para remunerar este acionista que adquiriu esta ação.
Toda a ação pode ter altas e baixas, isto é, quando a procura é alta pela ação os preços sobem, no entanto, quando existe muita venda destas ações o preço automaticamente cai, é a relação existente entre a oferta e a procura.
Nota-se que a ação pode ser adquirida por qualquer pessoa que não possua capital suficiente para iniciar seu próprio negócio, no entanto, poderá ter parte de grandes empresas no mercado atual, sendo uma boa forma de agregar renda em um mercado com boa rentabilidade, não importando o montante que tenha disponível para investir na bolsa de ações.
http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_(finan%C3%A7as)
Toda a ação pode ter altas e baixas, isto é, quando a procura é alta pela ação os preços sobem, no entanto, quando existe muita venda destas ações o preço automaticamente cai, é a relação existente entre a oferta e a procura.
Nota-se que a ação pode ser adquirida por qualquer pessoa que não possua capital suficiente para iniciar seu próprio negócio, no entanto, poderá ter parte de grandes empresas no mercado atual, sendo uma boa forma de agregar renda em um mercado com boa rentabilidade, não importando o montante que tenha disponível para investir na bolsa de ações.
http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_(finan%C3%A7as)
segunda-feira, 28 de março de 2011
Sub-Prime
O Sub-Prime é uma forma de crédito hipotecário nos Estados Unidos destinado a tomadores de empréstimos que possuem maior risco, isto é, são empréstimos feitos para as classes que não possuem empregos fixos, ficandoem garantia a residência do devedor.
O grande problema que ocorreu nos EUA foi este risco não ter sido calculado corretamente.
Em relação a este tipo de empréstimo, houve no início um aquecimento do mercado imobiliário que acarretou em uma alta nos preços dos imóveis, consecutivamente, com a avaliação superior das residências, era possibilitado aos devedores solicitar créditos referente a diferença de avaliação. No entanto, após haver um período em que a oferta estava maior que a demanda no mercado imobiliário, os preços despencaram, e os valores das dívidas eram maiores que o valor do próprio imóvel.
No Brasil, a má conduta da classificação e risco acarretou no problema ocorrido com o Banco Santos, Panamericana, e outros exemplos que aind ficam na memória de muitos brasileiros.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Subprime
O grande problema que ocorreu nos EUA foi este risco não ter sido calculado corretamente.
Em relação a este tipo de empréstimo, houve no início um aquecimento do mercado imobiliário que acarretou em uma alta nos preços dos imóveis, consecutivamente, com a avaliação superior das residências, era possibilitado aos devedores solicitar créditos referente a diferença de avaliação. No entanto, após haver um período em que a oferta estava maior que a demanda no mercado imobiliário, os preços despencaram, e os valores das dívidas eram maiores que o valor do próprio imóvel.
No Brasil, a má conduta da classificação e risco acarretou no problema ocorrido com o Banco Santos, Panamericana, e outros exemplos que aind ficam na memória de muitos brasileiros.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Subprime
domingo, 27 de março de 2011
Capacidade de Endividamento de uma Empresa
Ao tratarmos sobre capacidade de endividamento de uma empresa, não existem fórmulas para este cálculo. Numa análise superficial, a empresa não possui nada diferente que um assalariado, isto é, possui uma receita, tem suas despesas, utiliza recursos de terceiros caso necessite investir mais do que pode gerar de lucro líquido no final do mês, etc... Assim sendo, tudo que uma empresa necessita investir para oferecer um diferencial e que não seja capaz de pagar com seu lucro líquido em curto prazo necessitará de recursos de terceiros para suprir esta falta, tendo que pagar uma remuneração (juros) a este investidor ou simplesmente credor. A grande questão a ser esclarecida é que conforme o tipo e modalidade de empréstimo a empresa pode não estar altamente endividada, tudo dependerá da boa análise de um profissional que possua conhecimento de mercado financeiro e administração de empresa.
http://www.economiabr.net/dicionario/economes_c.html
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